Gestão de conflito nas empresas: uma visão mais abrangente!

Publicado por Niviani Rudek em

Gestão de conflito nas empresas: Uma visão mais abrangente

Quem nunca se deparou com situações angustiantes no trabalho, quando parece que tudo se volta contra nós e os colegas não escutam nossos genuínos argumentos que visam promover o sucesso da empresa?

E então vem aquele pensamento recorrente:

Será que não percebem que o melhor caminho é esse que estou apontando?

Caro leitor, você não está sozinho, mas não na sua certeza de que está fazendo o melhor, e sim na emoção que tomou conta de você por conta da situação.

Vamos explorar aqui uma questão de grande importância para a gestão de conflitos nas empresas, visando sua redução e resolução:

· A importância da escuta ativa na comunicação interpessoal;

Escuta Ativa: questão fundamental na gestão de conflitos nas empresas

Escuta Ativa

Ouvir e considerar o que os outros têm a dizer, nos protege contra a certeza que fecha nossos olhos e obscurece a nossa mente!

Mas o que é preciso para conseguir isso?

A essência da Escuta Ativa está nos seguintes passos:

1.    Entender o que está sendo dito para compreender seu significado, não só a partir dos sons, mas também por meio da interpretação das palavras, do tom de voz e da combinação dos sinais não verbais que recebemos;

2.    Lembrar o tempo todo que as outras pessoas querem ser respeitadas e dar-lhes sua completa atenção, física, psicológica e verbalmente;

3.    Abandonar suas convicções por um momento, e deixar que a opinião dos outros produza efeitos em seus pensamentos.

Nada fácil, não é mesmo?

Principais fatores de geração de conflitos nas empresas

Prezamos nossas ideias.

São filhas de nossos mais íntimos pensamentos e temos carinho por elas. E aí é que mora o perigo.

Ao longo de nossa nossa carreira profissional, aprendemos a identificar situações e encontrar o (nosso) melhor caminho – acreditamos nisso com convicção! Mas nem sempre é assim.

As outras pessoas têm necessidades que precisam ser atendidas, situações a evitar, interesses, suposições, expectativas, enfim, outra visão do resultado final desejado.

A Escuta Ativa vai nos ajudar a compreender tudo isso, mas o que faremos em seguida é o ponto chave.

A primeira coisa que fazemos é tentar persuadir a outra parte de que temos uma melhor solução.

Raramente isso dá certo.

Aí, então, vem a tentação de resolver problema impondo nossa opinião.

Em situação de equilíbrio de poder, pode esquecer, não vai funcionar e o conflito está instalado.

Temos como última opção a negociação, e isso exige um processo mais trabalhoso, de preparação, argumentação, troca de informações, rever posições e alcançar o objetivo.

Mas, para negociar bem precisamos ainda de dois ingredientes especiais, o autoconhecimento e o desenvolvimento como negociador.

fonte: Siteware

Categorias: Equipe

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